• Petrobras amplia reservas de petróleo no Brasil em 1,5%

    Petrobras amplia reservas de petróleo no Brasil em 1,5%

    quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

    A Petrobras ampliou em 1,5% suas reservas de petróleo e gás natural no Brasil em 2013. Em nota divulgada na noite de ontem (14), a estatal informou que se apropriou de reservas equivalentes a 1,09 bilhão de barris.

  • Programa do MEC estimula a formação de negros, indígenas e pessoas com deficiência

    Programa do MEC estimula a formação de negros, indígenas e pessoas com deficiência

    quinta-feira, 21 de novembro de 2013

    O Ministério da Educação (MEC) lançou o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento. A medida foi publicada hoje (21) no Diário Oficial da União.O programa é voltado para estudantes negros, indígenas e com deficiência do ensino superior e já está em vigor.

  • Cresce número de cheques sem fundos em outubro

    Cresce número de cheques sem fundos em outubro

    quinta-feira, 21 de novembro de 2013

    O número de cheques devolvidos por falta de fundos em outubro chegou a 1,96%, de acordo com levantamento divulgado hoje (21) pela empresa de consultoria Serasa Experian. O percentual foi maior do que em setembro, quando houve devolução de 1,81%, e um pouco maior, também, que o de outubro do ano passado, com 1,94%.

  • Índice de Confiança da Indústria melhora na prévia de novembro

    Índice de Confiança da Indústria melhora na prévia de novembro

    quinta-feira, 21 de novembro de 2013

      A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou avanço de 0,7% em novembro deste ano, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Caso a tendência se confirme no índice consolidado, esta será a primeira alta desde maio deste ano.

  • Busca por crédito aumenta 6,5% em outubro

    Busca por crédito aumenta 6,5% em outubro

    quinta-feira, 14 de novembro de 2013

    A parcela de pessoas que procura por crédito aumentou 6,5% em outubro, segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado hoje (14). O crescimento aponta para uma recuperação parcial. Em setembro houve queda de 9,8% na demanda. Em outubro de 2012, também foi constatada retração de 5,2%.

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FGV propõe tabela de preços para itens de produção cultural

Pela primeira vez no país, produtores culturais, empresas e sociedade terão acesso a indicadores nacionais de preços de serviços, atividades e mão de obra de produtos culturais. O Ministério da Cultura utilizará uma tabela, feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV), para analisar as propostas de produção cultural que pretendem se beneficiar de repasses financeiros via Lei Rouanet, de incentivos culturais.

Aproximadamente 10 mil propostas culturais são encaminhadas por ano ao Ministério da Cultura. De janeiro a junho de 2011, cerca de 4 mil pedidos foram enviados para análise. A pesquisa, que estará à disposição do público até o fim deste mês, pretende servir de parâmetro para a cobrança de valores em todas as cinco regiões do Brasil.

De agosto de 2010 a setembro deste ano, o Instituto Brasileiro de Economia da FGV fez um levantamento nacional dos valores médios cobrados de 225 itens relativos à produção cultural. São itens como serviços, mão de obra, frete, impressão de material gráfico, diárias de hospedagem, locação de veículos, salas de espetáculo e de exposições, além de cachês de cinegrafistas e coreógrafos, por exemplo.

A base de cálculo, usada pelos pesquisadores, foi o mês de agosto de 2011. Porém, a cada mês, a FGV vai atualizar os preços em, pelo menos, duas cidades. Em seguida, os dados serão repassados ao Ministério da Cultura.

Os pesquisadores analisaram os preços cobrados em seis regiões metropolitanas – Belém, Recife, Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. “Sem dúvida alguma, esse estudo feito pela FGV é um marco para nós todos. A pesquisa ajudará quem apresenta a proposta e quem analisa o projeto. Muitas vezes não havia a menor noção sobre o preço médio de um determinado serviço, por exemplo. Agora teremos parâmetros”, disse o coordenador-geral de Fomento à Cultura do Ministério da Cultura, Antônio Carlos Silva.

Silva destacou que a preocupação é evitar discrepâncias regionais. Segundo o coordenador, ao escolher uma cidade de cada região do país o objetivo é fixar uma margem para a cobrança de valores, sem disparate de preços. No entanto, Silva disse que caso excepcionais serão analisados isoladamente e que não haverá um “engessamento da produção cultural”.

“Não são parâmetros fixos e imutáveis. O que se pretende é ter uma ideia geral de preços, mas não se permitirá transformar o mecanismo em uma camisa de forças”, garantiu ele.

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

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